Por Denise Covas

“Cultura é essencial para a formação dos indivíduos. A cultura humaniza e desenvolve o senso crítico, fortalecendo sua postura como cidadãos capazes de conhecer melhor seus deveres, interpretar suas necessidades, buscar novas possibilidades de desenvolvimento e reivindicar seus direitos” (Lárcio Benedetti).

Investir em Cultura e na Economia Criativa, cujos setores criativos vão além dos ligados somente à produção artístico-cultural, compreendendo também expressões ou atividades relacionadas às novas mídias, à indústria de conteúdos, ao design, à arquitetura, publicidade, entre outros – podem ser uma importante fonte de receita de um município ou de um país.

Na educação básica escolas já investem em aulas de artes de forma geral, idas ao cinema, teatro, feiras literárias e na inclusão digital. Cativar o aluno integrando o conhecimento cultural a tecnologia em sala de aula, com a qualificação dos professores é um processo muito rico para todos os envolvidos.

Em Santos, temos um mercado atuante também nos setores da publicidade e da arquitetura, apenas citando duas áreas. Na arquitetura, por exemplo, temos profissionais especializados na área de preservação e restauração de prédios históricos, como o recente Museu Pelé, os teatros Coliseu e Guarany – um diferencial turístico, atraindo dezenas de turistas do exterior e de outras cidades do Brasil. Investir em nossas próprias singularidades é o que torna uma cidade criativa.

A cultura, a criatividade e a inovação aliadas a tecnologia podem transformar um local; além do forte potencial de inclusão social, geração de renda e de movimento da economia de um local.